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Temas em Discussão:

A Cultura da Federação

Estas frases foram extraídas a partir das entrevistas feitas pela equipe de pesquisa do projeto Enciclopédia da Federação, que faz parte do projeto Enciclopédias da Cidade, desenvolvido pelo Instituto Cultural Casa Via Magia em parceria com a Secretaria Municipal da Educação e Cultura.

As falas traduzem a cultura da Federação:

“Os blocos carnavalescos, os altos falantes e os babas são importantes para a formação comunitária”.

“O lugar tem em si os significados e as dimensões das histórias das vidas daqueles que o constituíram”.

“A gente pediu um pedaço do quintal de cada um para fazer um campinho”.

“Eu tinha uma doença e a cura veio de uma filha de oxum de Salinas”.

 “Ser vizinho era uma coisa muito mais cordial do que hoje”.

“Hoje, a presença do jovem é muito marcada no bairro”.

“Liga-se a questão da violência e tráfico com a falta de espaço de convivência e lazer”.

“Ali, naquela entrada tinha dois pés de cajá, jaqueira, manga, goiaba…”.

“As casas eram feitas de taipa de sopapo e hoje a maioria é de bloco”.

“Aqui não tinha esse negócio de comunidade não, era tudo vizinho”.

“Vi uma escola de samba no Garcia e me apaixonei pela cuíca. Comprei uma cuíca pequena. Depois, comprei uma cuíca grande e comecei a tocar. Mas não largo o trabalho pela música”.

“A escola é uma conquista da comunidade”.

“Meus pais vieram do recôncavo”.

“Antigamente a escola não tinha vigilante, mas não era necessário porque a própria comunidade preservava a escola”.

“A festa de Santo Antônio foi muito participada”.

“Durante a procissão tinha jogos, brincadeiras e concurso de calouros”.

“Omolú é o médico dos pobres”.

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